TRADUTOR

quarta-feira, 12 de junho de 2013

DECORAÇÃO CRIATIVA SUSTENTÁVEL


Sou apaixonada pelas pessoas que conseguem criar verdadeiras obras de arte usando apenas a sua criatividade.
Nesta postagem compartilho com vocês a ideias desses gênios.

















Fica a dica para todos abusarem da criatividade.

Beijos JÔ

segunda-feira, 10 de junho de 2013

SALA DE AULA: COMPUTADOR EM SALA DE AULA


Algumas escolas possuem laptops e laboratório de informática em sua unidade escolar, como é o caso das escolas municipais aqui em São Bernardo do Campo.
 
 
Este é um dos recursos que o professor pode usar como pano de fundo em diversas estratégias em sala de aula. Além da praticidade de utilização, a câmera (Webcam) tem a finalidade de capturar as imagens no ato de seus acontecimentos.

Como não estou na sala de aula, fico refletindo quais os melhores momentos de sua utilização, o segredo é compreender que a utilização dos laptops é um instrumento de apoio ao professor no processo ensino-aprendizagem e deve ser utilizado em várias situações.

Vou descrever uma proposta de sugestão de atividade realizada durante uma das etapas do projeto “jardim da escola”, cujo objetivo principal é realizar a revitalização do jardim da escola, lembrando que o uso da Webcam poderá ser utilizada em outras situações.

 
 
Atividade: Conhecendo o jardim da escola

Turma: 1º ano ciclo inicial

Área de conhecimento: Ciências Naturais

Objetivos:

·         Conhecer os bichos que “moram no jardim da escola” e os possíveis visitantes;

·         Analisar a relação entre os bichos de jardim e o estado físico do jardim.

Conteúdos:

·         Bichos de jardim

Estratégias:

·         Levantar com os alunos os conhecimentos prévios sobre o jardim da escola;

·         Discutir quais bichinhos poderá ser encontrado no jardim e por que estariam lá;

·         Realizar um passeio investigativo focando o olhar nos possíveis moradores e visitantes do jardim da escola;

·         Utilizar a webcam dos laptops, como capturador de imagens, registrando esta etapa do projeto durante a visita investigativa;

·         Orientar os alunos a posicionarem a webcam do laptop num ângulo que possa melhor capturar as imagens;

·         Retornar a sala para fazer a discussão da visita e das descobertas dos alunos;

·         O professor capturará todas as imagens dos laptops num pendrive para socializar com os alunos todas as imagens registradas.

·         Socialização das imagens no laboratório de informática;

·         Em sala de aula listar todos os bichinhos vistos nas imagens:

·         Construir um texto coletivo sobre as descobertas da turma durante a realização da visita investigativa.
 
Vale a dica, um grande abraço
JÔ

domingo, 9 de junho de 2013

ORGANIZAÇÃO DA COZINHA



O post de hoje traz as dicas do Blog Charmylary ( o blog da minha filha Larissy).
Vou copia´-lo do jeitinho que ela fez, que gracinha!

COMO ORGANIZAR SUA COZINHA!


HOJE VOU MOSTRAR COMO SE ORGANIZA UMA COZINHA!!






1- ARRUME UMA GAVETA PARA COLOCAR AS COLHERES, EM SEGUIDA AS COLOQUE ORGANIZADAMENTE, (AS COLHERES EM UM LUGAR, OS GARFOS EM OUTROS ETC..).






2- ARRUME UM ARMÁRIO PARA COLOCAR OS PRATOS, POTES ENTRE OUTROS.









3- COLOQUE EM CIMA DA PIA UM PORTA LOUÇA PARA DEPOIS QUE LAVAR .







4- ARRUME OUTRO ARMÁRIO E PONHA OS COPOS, (APENAS COPOS).








5- ARRANJE UM LUGAR, (DE PREFERÊNCIA EM UM ARMÁRIO OU ALGO PARECIDO QUE TENHA BASTANTE ESPAÇO), PARA COLOCAR AS PANELAS.








6- NOS ARMÁRIOS DE CIMA DA COZINHA COLOQUE OS ALIMENTOS NÃO PERECIVEIS, ( ISTO É OS ALIMENTOS QUE NÃO SE ESTRAGAM).









7-COLOCAR OS ALIMENTOS PERECIVEIS NA GELADEIRA.







8- COLOCAR O PANO DE PRATO E O PANO DE MÃO NAS GAVETAS PENÚLTIMAS, (ORGANIZADAMENTE O PANO DE PRATO EM CIMA E O OUTRO EM BAIXO).




9- NA ULTIMA GAVETA COLOQUE A TOALHA DE MESA.






10- ARRAJE UM ESPAÇO PARA COLOCAR A FRUTEIRA.




11- E SE NO CHÃO DA COZINHA VOCÊ QUISER POR UM TAPETE FICARIA MUITO LINDO.




12-E POR ULTIMO SE QUISER ENFEITE A COZINHA COM COISAS FOFAS E LINDAS!!





























FICA DICA LINDAS!
 
BEIJOS
JÔ
 


 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

DECORAÇÃO PARA O DIA DOS NAMORADOS


Para curtir momentos a dois o que vale além da paixão é exercer a arte da sedução.
Separei várias ideias para valorizar esse momento mágico:


blog.linklar.com.br -





www.madamecasamenteira.com.br




myownvineyards.blogspot.com








As dicas foram dadas, agora é só por em prática.

Beijos
JÔ

 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

MOMENTOS ESPECIAIS PARA O DIA DOS NAMORADOS

Hum!!!! Dia dos namorados!!!!!!
Para os apaixonados esta é a data mais esperada do ano.
Apesar de estar casada há quase 17 anos, nós sempre comemoramos o dia dos namorados em grande estilo.
Todos os anos preparo momentos mágicos na semana dos namorados.
Vale escrever no banheiro com batom EU TE AMO, usar uma lingerie diferente a cada dia da semana, preparar uns petiscos para serem usados a dois, usar e abusar de gel, creme, brincar com dados eróticos.
O segredo é usar e abusar da imaginação.
E pensando em você, pesquisei na internet várias opções de decoração, segredinhos e mimos que pertencem aos apaixonados e podem e devem ser usados no dia dos namorados ou fazer como eu, preparar uma semana todinha.


fonte:casademarina.blogspot.com



fonte: prazernagastronomia.wordpress.com






fonte: decoracoesaflordapele.blogspot.com



fonte:cidaderiodejaneiro.olx.com.br

Hum!!!!! Não tem preço curtir o dia dos namorados ao lado do grande amor de nossa vida.

Beijos a todos

JÔ
 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

TRILHAS DO BRINCAR NO SESC SANTO ANDRÉ






TRILHAS DO BRINCAR


SESC Santo André


19/01 a 28/07.
De terça à sexta das 10h às 20h. Sábados, domingos e feriados das 10h30 às 18h30.






Em um grande quintal, brincadeiras das cinco regiões nacionais surgem em instalações que mostram a rica linguagem do brincar, as memórias de outras gerações e o caráter universal da cultura da infância, apesar de suas particularidades. 
As brincadeiras e os brinquedos das crianças do Brasil viajam simbolicamente por trilhas deixando evidente que as rodas cantadas ou os emaranhados dos barbantes, jogos de elástico ou de amarelinha, bolinha de gude, pega-pega, não são demarcados por territórios específicos, já que transitam livremente de Norte a Sul, de Leste a Oeste do país.
Os visitantes são recebidos por uma equipe de educadores responsáveis por apresentar os diversos espaços, brinquedos e brincadeiras presentes na exposição, além de estimular o público a propor novas brincadeiras de seu repertório. 
O evento acontece no Espaço de Eventos do Sesc Santo André.
fonte:http://www.sescsp.org.br























Esta é uma dica super mega bacana para levar a criançada.

Beijos JÔ

segunda-feira, 3 de junho de 2013

SALA DE AULA: ATIVIDADES COM BINGOS

As atividades com bingos são importantes estratégias para o professores.
Os bingos de letras e palavras contribuem para:
  •  Compreender o sistema de base alfabética;
  •  Desenvolver processo de leitura;
  •  Desenvolver a atenção e percepção visual;
  •  Identificar e realizar a correspondência dos fonemas com a  escrita;
  •  Enriquecer vocabulário
Aqui estão algumas ideias para os professores explorarem esse recurso em sala de aula:

Bingo de Palavras




fonte: wwwsoniablogdosblogscom.blogspot.com

Bingo de Letras




Bingo de Palavras ditadas pelo professor



Espero ter contribuído com sua prática professor.

Beijos no coração
JÔ


sexta-feira, 31 de maio de 2013

BIOGRAFIA DE JEAN PIAGET

Vou iniciar aqui no blog uma nova série: Pensadores.
Trazendo a biografia e obras dos principais pensadores para a educação, o objetivo é auxiliar o professor a conhecer mais sobre esses grandes mestres.
A primeira publicação é dedicada a meu grande mestre Jean Piaget. sou apaixonada por sua obra, quando estava em sala de aula fazia todas as experiências que Piaget fez com meus aluninhos e posso dizer que todas davam os mesmos resultados que os dele.
Afinal para compreender sua obra tinha que por em prática seu legado.

Jean Piaget

 
 fonte: psicologia-paulo-rafa.webnode.com.pt


 Jean William Fritz Piaget nasceu em Neuchâtel na suiça no dia  9 de agosto de 1896  e faleceu em  Genebra em 16 de setembro de 1980.

Foi um epistemólogo suíço, considerado o um dos mais importantes pensadores do século XX. Defendeu uma abordagem interdisciplinar para a investigação epistemológica e fundou a Epistemologia Genética, teoria do conhecimento com base no estudo da gênese psicológica do pensamento humano.

Estudou inicialmente biologia na Universidade de Neuchâtel onde concluiu seu doutorado, e posteriormente se dedicou à área de Psicologia, Epistemologia e Educação.
 
Foi professor de psicologia na Universidade de Genebra de 1929 a 1954, e tornou-se mundialmente reconhecido pela sua revolução epistemológica. Durante sua vida Piaget escreveu mais de cinqüenta livros e diversas centenas de artigos.

Piaget também teve um considerável impacto no campo da ciência da computação.
Em 1919, viaja para Paris e começa a trabalhar no Instituto Jean-Jacques Rousseau, quando publica os primeiros artigos sobre a criança. Com o  nascimento dos filhos entre 1925 a 1931, amplia o convívio diário com a "criança pequena" e possibilita o registro de observações que geram novas hipóteses sobre as origens da cognição humana.

Através da minuciosa observação de seus filhos e principalmente de outras crianças, Piaget impulsionou a Teoria Cognitiva, onde propõe a existência de quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: o estágio sensório-motor, pré-operacional (pré-operatório), operatório concreto e operatório formal.
Piaget influenciou a educação de maneira profunda. Para ele as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar.

Nessa fase Piaget conclui suas pesquisas com Barbel Inhelder e Alina Szeminska e investiga a gênese psicológica das "estruturas do pensamento" nas diversas áreas do conhecimento científico, diferentemente do estudo do pensamento infantil - a partir de sua expressão verbal - nos anos 1920. Agora, as entrevistas propõem problemas concretos e envolvem a possibilidade de a criança agir sobre os objetos, manipulando brinquedos, massinha de modelar, líquidos, flores.

Esses estudos abrangem temas diversos e resultam, cada qual, em uma publicação: O desenvolvimento das quantidades físicas (1941) - estuda os "invariantes físicos": massa, peso, volume; A gênese do número (1941); A noção de tempo na criança (1946); A geometria espontânea na criança (1948); A representação do espaço na criança (1948); e, entre tantos, destaca-se no período A gênese das estruturas lógicas elementares (1959) - que focaliza classificação e seriação, e Da lógica da criança à lógica do adolescente (1955) - que trata das "operações formais".

O experimento com as crianças e os vários temas abordados são definidos a partir de uma discussão epistemológica em torno de cada uma das noções científicas estudadas. Nesse processo, as diferenças individuais entre uma criança e outra não é destacado, mas sim o processo de desenvolvimento das "estruturas operatórias" que caracterizam o pensamento científico.

Convicto de que o desenvolvimento intelectual dá-se em estágios determinados, Piaget aborda em seus livros temas como as “estruturas operatórias” e demonstra o "sujeito epistêmico" como sendo o conjunto de características comuns a todas as crianças de um mesmo estágio de desenvolvimento.

Em 1950, pública sua primeira síntese epistemológica - “Introdução à Epistemologia Genética” em três volumes: O pensamento matemático (volume I), O pensamento físico (volume II), e O pensamento biológico, psicológico e sociológico (volume III). Na mesma década, a partir da criação do Centro Internacional de Epistemologia Genética (CIEG) em 1955, intensifica o estudo e a investigação interdisciplinar, com a colaboração de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento (lógica, física, matemática, psicologia, biologia, sociologia, epistemologia) e promove discussões acerca dos diversos pontos de vista e pesquisas com crianças. O resultado desse esforço é reunido nos Estudos de Epistemologia Genética, publicados anualmente entre 1955 e 1980.
Na educação, Piaget utiliza sua “teoria dos “estágios” para contrapor o ensino tradicional, autoritário, herdado do século XIX. A Escola Nova critica, sobretudo no início do século XX, o ensino onde “o professor dita e o aluno copia e repete” – Paulo Freire chama-o de “educação bancária”. Na medida em que critica essa educação tradicional, Piaget é interpretado equivocadamente como um não “diretivista”, um “espontaneísta”.8 A ideia piagetiana de interação não foi aceita nos moldes da escola tradicional.

A partir da trilogia: O nascimento da inteligência na criança; A construção do real na criança; A formação do símbolo na criança - Piaget relata seus estudos sobre o desenvolvimento cognitivo para demonstrar que "a capacidade cognitiva humana nasce e se desenvolve, não vem pronta". Dessa forma, marca oposição ao behaviorismo por um lado, e à Gestalt por outro, quando afirma que o conhecimento tem origem na interação "sujeito-objeto". A ideia piagetiana de capacidade cognitiva, então, propõe que o conhecimento não nasce no sujeito, nem no objeto, mas origina-se da interação "sujeito-objeto".
 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Piaget





Suas Obras:
  1. A Construção do Real na Criança. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 360 p.
  2. A Epistemologia Genética e a Pesquisa Psicológica. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1974.
  3. A Epistemologia Genética. Trad. Nathanael C. Caixeira. Petrópolis: Vozes, 1971. 110p.
  4. A Equilibração das Estruturas Cognitivas. Problema central do desenvolvimento. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
  5. A Evolução Intelectual da Adolescência à Vida Adulta. Trad. Fernando Becker e Tania B.I. Marques. Porto Alegre: Faculdade de Educação, 1993. Traduzido de: Intellectual Evolution from Adolescence to Adulthood. Human Development, v. 15, p. 1-12, 1972.
  6. A Formação do Símbolo na Criança. Imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.
  7. A Linguagem e o Pensamento na Criança. Trad. Manuel Campos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959. 307 p.
  8. A Noção de Tempo na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, (s.d.).
  9. A Origem da Ideia do Acaso na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, (s.d.).
  10. A Práxis na Criança. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense, 1972.
  11. A Psicologia da Inteligência. Trad. Egléa de Alencar. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1958. 239 p.
  12. A Representação do Mundo na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, [s.d.].
  13. A Situação das Ciências do Homem no Sistema das Ciências. Trad. Isabel Cardigos dos Reis. Amadora: Bertrand, Vol. I, 1970. 146 p.
  14. A Vida e o Pensamento do Ponto de Vista da Psicologia Experimental e da Epistemologia Genética. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1972.
  15. Abstração Reflexionante: Relações lógico-aritméticas e ordem das relações espaciais. Trad. Fernando Becker e Petronilha G. da Silva, Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
  16. Aprendizagem e Conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1979.
  17. Biologia e Conhecimento. Trad. Francisco M. Guimarães. Petrópolis: Vozes, 1973. 423p.
  18. Conversando com Jean Piaget. Rio de Janeiro: Difel, 1978.
  19. Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente. São Paulo: Pioneira, 1976.
  20. Ensaio de Lógica Operatória. São Paulo: Editora Globo/EDUSP, 1976.
  21. Estudos Sociológicos. Rio de Janeiro: Forense, 1973.
  22. Fazer e Compreender. Trad. Cristina L. de P. Leite. São Paulo: Melhoramentos; EDUSP, 1978. 186 p.
  23. Gênese das Estruturas Lógicas Elementares. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 356 p.
  24. Inconsciente Afetivo e Inconsciente Cognitivo. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense, 1972.
  25. O Estruturalismo. Trad. Moacir R. de Amorim. São Paulo: Difel, 1970. 119 p.
  26. O Juízo Moral na Criança. São Paulo:Summus, 1994. 302 p.
  27. O Julgamento Moral na Criança. São Paulo: Mestre Jou, 1977.
  28. O Nascimento da Inteligência na Criança. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 387p.
  29. O Possível e o Necessário. Evolução dos necessários na criança. Porto Alegre: Artes médicas, v. 2, 1986.
  30. O Raciocínio na Criança. Trad. Valerie Rumjanek Chaves. Rio de Janeiro: Record, 1967. 241p.
  31. O Trabalho por Equipes na Escola: bases psicológicas. Trad. Luiz G. Fleury. Revista de Educação. São Paulo: Diretoria do Ensino do Estado de São Paulo. vol. XV e XVI, 1936. p. 4-16.
  32. Para Onde Vai a Educação? Trad. Ivete Braga. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. 89 p.
  33. Psicologia e Epistemologia: Por uma teoria do conhecimento. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1973. 158 p.
  34. Psicologia e Pedagogia. Trad. Dirceu A. Lindoso; Rosa M.R. da Silva. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1970. 182 p.
  35. Sabedoria e Ilusões da Filosofia. Trad. Zilda A. Daeir. São Paulo: Difusão Européia, 1969. 200 p.
  36. Seis Estudos de Psicologia. Trad. Maria A.M. D'Amorim; Paulo S.L. Silva. Rio de Janeiro: Forense, 1967. 146 p.
  37. Tratado de Psicologia Experimental: A inteligência. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Forense, v. 7, 1969.
Dos livros citados acima eu li: A Construção do Real na Criança, O Juízo Moral na Criança, O Julgamento Moral na Criança, Para Onde Vai a Educação?, Seis Estudos de Psicologia.

Confesso que ler Jean Piaget não é tarefa fácil, pois sua linguagem é bem específica, difícil  e rica em detalhes, muitas vezes me confudia com sua proposta, necessitando recorrer a outras fontes secundárias para entender sua obra.

Espero ter ajudado em sua pesquisa.
Beijos
JÔ

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